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CapacidadeCAP-CRIT-03P1Fonte curada

Doutorados portugueses a residir no estrangeiro

Portuguese PhD holders living abroad

Percentagem estimada de doutorados de nacionalidade portuguesa que residem fora de Portugal. Indicador de fuga de cérebros (brain drain) na franja mais qualificada.

Porquê importa

Portugal tem uma das taxas mais altas de fuga de doutorados da UE: cerca de 1 em cada 4 doutorados portugueses vive no estrangeiro, contra ~1 em 7 na média UE-27. Reino Unido, Estados Unidos, Brasil e países nórdicos absorvem a maior parte. O custo é duplo: perde-se o investimento de formação (~150 mil euros por doutorado) e o retorno produtivo posterior.

Como ler este gráfico

A subida lenta mas sustentada (22% em 2015 para 26% em 2023) sugere que o problema se intensifica apesar de programas de retorno como o CEEC. A comparação com UE-27 é fundamental: estamos cerca de 11 pontos percentuais acima da média, o que coloca PT no grupo de países exportadores líquidos de talento, com Polónia e Roménia.

Limitações

Definição varia entre fontes. Algumas estimativas incluem doutorados que estão temporariamente fora (pós-doc) e voltam — confunde mobilidade saudável com fuga estrutural. As ondas DIOC têm 5 anos de desfasamento.

Série temporal · Portugal vs pares

% dos doutorados portugueses
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Fórmula
doutorados PT residentes no estrangeiro ÷ total de doutorados PT
Unidade
% dos doutorados portugueses
Mapeamento EIS
Prioridade
P1
Notas
Séries irregulares — DIOC publica em ondas (2010/11, 2015/16, 2020/21). Valores 2018 e 2023 interpolados a partir dos relatórios MORE.
Fonte primária
OCDE DIOC; MORE 4 Survey (Comissão Europeia)

Snapshot curado a partir das fontes oficiais indicadas. Atualizado semestralmente; não há API ao vivo equivalente.